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Vai folia de praca
vai com o espelho na testa
água de cheiro e de prata
entra por todas as frestas
Bloco na rua
passo à frente que flutua
cai de boca e beija a lua
ninguém teme o lobo mau
De agora em diante
gargalhada no semblante
pança de mulher gestante
Oiticica coisa e tal
Bicho do mato
rei pavã o misterioso
saracura em pleno gozo
língua viva gestual
Trago a carranca
é alforria e braço dado
só biscoito amanteigado
purpurina no quintal
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